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menininha pretinha

Por: Robin - Categoria: Outras

Eu estava na janela da minha casa. Havia acordado pela manhã e estava cheio de tesão. Cheguei na janela do meu quarto no segundo andar, e olhando para fora avistei aquela menina mulatinha que as vezes passava por aqui e me pedia uns trocados. Ela estava de uniforme da escola. Parou e ficou me olhando. Eu estava só de calça de pijamas, e com o caralho bem duro. Deixei que ela visse o volume e comecei a alisar o meu pau, por dentro do pijama. Ela não parou de olhar e ria. Tomei coragem e coloquei o cacete para fora. Fiquei mostrando o pau para ela que olhava o tempo todo, procurando uma posição melhor para ver. Tive certeza que ela estava afim de olhar, quando passou umas pessoas e ela disfarçou e me avisou que vinha vindo gente. Mostrei entào uma nota de 5, e ela ficou mais animada. Perguntei se queria entrar. Ela topou. Entrou, e logo fui alisando seu corpinho, e coloquei o pau para fora, mandando ela pegar. Não se fez de rogada. Foi logo pegando meu membro enorme e durão, que latejava em sua mão. Ali no hall, enquanto ela acariciava meu pau, fui alisando suas coxinhas e seus peitinhos pequenos que coloquei de fora levantando a blusinha da escola. Pedi que chupasse meu pau. Ela nem reclamou. Foi logo metendo na boca e mamando minha piroca. Que delícia! Aquela boquinha pequena e quente chupando meu pinto.... Fiquei doido de tesão. Arriei sua bermudinha de lycra azul-marinho, e enfiei os dedos em sua xoxotinha úmida e apertadinha. Perguntei se alguém já havia metido ali. Ela respondeu que sim. Falei que ia pegar uma camisinha. Ela disse que não precisava. Fiquei louco, e coloquei a cabeça da pica ali mesmo em pé no hall. Que delícia! Me queimava o pau de tão quente..... Levei-a para o sofá da sala. Coloquei a menina recostada no braço do sofá, e ali, consegui enfiar mais um pouco o meu caralho enorme, em sua bocetinha quente. Mas tive dificuldade em enfiar tudo. Acho que ali ela ainda era virgem. Foi delicioso. Quando senti que estava quase gozando, não quis arriscar. Tirei e pedi para ela colocar na boca e chupar. Falei: “Chupa vou gozar!”. Ela abocanhou meu caralho e não demorou muito, ejaculei dentro de sua boquinha. Ela recebeu todo o meu esperma, sem reclamar ou cuspir. Quando acabei de esporrar, ela estava com a boca cheia de porra. Levei-a até o banheiro e ela lavou a boquinha no lavatório. Dei os 5 paus para ela, e ela foi embora para a escola. Depois daquele dia, eu ficava na janela esperando ela passar. Alguns dias depois, eu estava a noite na janela, e ela passou. Fiz sinal para ela entrar. Ela topou. Já desci prevenido com camisinha. Não queria arriscar. Meu irmào mais novo estava em casa, no segundo andar. Fiz a garota entrar e fomos para o quintal, em um quartinho que havia ali. Ela sentou em um banquinho e coloquei o caralho para fora. Pedi que chupasse. Ela imediatamente enfiou o meu membro na boca e começou aquele boquete maravilhoso....... Desta vez eu queria gozar dentro da xoxotinha dela. Depois de deixar ela mamar um pouco, chupei os peitinhos dela, e coloquei a menina ajoelhada em cima do banco, de costas para mim. Levantei sua sainha, e tirei sua calcinha. Coloquei a cabeça do meu pau na sua xotinha, primeiro sem camisinha. Deixei um pouco assim, para curtir bem a maciez e o calor daquela bucetinha apertada e molhada. Depois, tirei e coloquei a camisinha. Aí, abri bem suas pernas e enfiei quase a metade do meu caralho lá dentro. Fiquei assim, fodendo bem suave e devagar, para não deflorar seu cabaço. Me excitava fodê-la assim de costas, acariciando seus peitinhos com uma mão, e alisando sua bundinha com a outra. Logo depois gozei. Gozei muito, pois o tesão era demaisssssss......... Dei uns trocados para ela e ela foi embora. Logo uns quatro dias depois, ela fez igual. Passou e fez sinal para mim, colocando o dedo na boca, e chupando. Me arrisquei, porque meu irmào estava em casa se arrumando para sair. Mas eu não podia esperar, porque minha mulher havia ido na igreja e já iria voltar. Deixei ela entrar, e fomos para o mesmo quartinho no quintal. Ela sentou no banquinho e começou a chupar meu pau. Chupou tão bem e gostoso, que não aguentei e gozei logo em sua boca. Ela ficou com a boquinha cheia de porra. Mandei ela cuspir na minha mão e fui lavar a mão no tanque do quintal. Dei uns trocados para ela, e ela foi embora. Logo que ela saiu, meu irmão desceu. Por pouco ele não pega o lance. Fiquei sem ver a minha pretinha por umas duas semanas. Acho que estava me evitando. Talvez não tenha gostado de beber meu esperma. Porque ela teve que engolir um pouco. Ejaculei muito. Uma noite, quando chegava do trabalho, eu a avistei na rua. Fiz sinal para que entrasse no meu carro. Ela entrou. Peguei sua mãozinha, e trouxe para meu pau já duríssimo. Ela tirou a mão. Coloquei ele para fora da calça, e mandei que pegasse. Ela não quis. Mandei chupar e ela também disse que não. Estava arredia. Não sei o que aconteceu nestas duas semanas, ou arranjou namorado, ou não gostou de eu ter esporrado novamente na sua boca, ou sei lá. O fato é que estava arredia. Não iria forçá-la a nada que não quisesse. Já estava pensando em levá-la de volta, quando passando em uma rua deserta tentei acariciar sua xoxota. Ela relutou, a princípio, mas depois deixou. Arriei seu shortinho, suas calcinhas, e não bobeei. Caí de língua na sua xoxotinha. Isto amoleceu a garota que abriu as pernas e se entregou novamente. Ela arfava e respirava ofegante de tesão enquanto eu lambia e chupava aquele grelinho e aquela vulvinha gostosa e cheirosa. Quando senti que estava no ponto, deitei o banco do carro, peguei meu pau, inchadão e coloquei a cabeça na entrada da sua vagina já toda melada e babada. Comecei a empurrar devagar. Ele foi entrando a vontade. Parei e coloquei a camisinha. Enfiei novamente e fiquei colocandoe tirando até gozar deliciosamente. Saiu muita porra. Quase transbordou da camisinha. Neste dia tive a impressão que havia sido mais fácil a penetração. Só mais tarde é que tive a certeza que naquelas duas semanas que ela sumiu, alguém tirou o seu cabaço. Por isto ela estava arredia. Neste dia, ela disse que eu não precisava dar mais dinheiro para ela. Só faria quando quisesse e sem receber nada. Combinamos assim. Depois disto daquele dia no carro, comi ela duas vezes na minha casa. Uma vez foi a noite. Eu estava só em casa. Ela entrou, levei-a para o sofá da sala. Tirei sua roupa, e chupei bastante sua xoxota. Ela não quis chupar meu pau neste dia. Não insisti. Coloquei depois a camisinha, e meti meu pinto quase inteiro em sua bucetinha quente e gostosa. Mas, já não tão apertada. Mas foi delicioso e gozei muito. Uns dias depois, em uma tarde, ela me provocou, e mesmo com o meu irmão em casa, no quarto lá em cima, deixei a menina entrar. Fomos para o banheiro de baixo, e ela sentou no vaso. Pedi que chupasse que não gozaria em sua boca. Ela então chupou bem gostoso. Depois levantei sua saia e arriei suas calcinhas. Coloquei a camisinha, e pedi que sentasse no meu caralho. Ela teve medo e não quis. Entào comi sua bucetinha ali mesmo no banheiro. Em pé encostados na parede. Enfiei quase todo o caralho em sua xoxota. Ela reclamou um pouco. Acho que doeu um pouquinho, pois meu pau é grande e muito grosso. Ah! Como gozei! Me derreti todo em esperma. Quando tirei a camisinha ela estava cheia de porra. Esta foi a última vez que fodi a menina em minha casa. Estava ficando arriscado............. Vieram as festas de fim-de-ano, e fiquei uns dois meses sem ver a minha pretinha. Ela sumiu nas férias escolares. Deve ter ido passar uns tempos em algum lugar. Um fim-de-tarde , eu estava no quintal, festejando com amigos e parentes, quando ela passou com seu irmãozinho pequeno no colo e me provocou, sem ninguém notar. Fiquei doido de tesão, ainda mais que estava meio bêbado. Minha audácia então foi grande. Disfarcei, e saí de fininho. Ninguém notou minha falta, pois também estavam todos meio bêbados. Fomos até um terreno baldio que havia ali por perto. Fiquei meio sem jeito, por causa do menininho de uns 2 anos. Ela falou que ele não dizia nada e que não havia perigo de contar. Realmente. Ele ficou sentadinho um pouco distante bem quietinho. Não dizia nada nem olhava para nós. Tirei entào o pau para fora da bermuda e ela passou a chupá-lo bem gostoso. Quis meter nela, mas ela disse que estava menstruada. Deixei ela mamar gostoso. Quando eu já arfava quase gozando, avisei que iria gozar e tentei tirar o pau de sua boca. Ela segurou meu caralho e não deixou eu tirar. Falou que estava com saudades do leitinho e que eu podia gozar que ela iria mamar tudinho. Atendi o pedido. Na hora de gozar, esporrei bastante em sua boquinha. Ela engoliu até a última gota. Quis dar uns trocados para ela, mas ela não aceitou. Disse que estava trabalhando na feira com o tio, e que não precisava mais de receber para fazer aquilo. Ela gostava de fazer, então não queria receber, pois não era puta. Aceitei seus argumentos e perguntei se não aceitaria uns presentinhos. Ela disse que poderia receber mas que eu não precisava. E que ela só faria quando quisesse. Mesmo que eu desse presentes e ela não estivesse afim, não faria. Falei que tudo bem. Gostei deste lugar. Era um depósito abandonado no fim da rua. Fomos lá várias vezes. Em outra noite, ela estava só. Fomos até lá, e em pé eu pude novamente enfiar meu pau quase todo dentro de sua xoxotinha. Mais uma vez gozei como um louco dentro dela, e a camisinha recebeu toda a minha porra. Passamos a entrar no depósito. Eu abria a porta que ficava encostada, e alí no escuro, em um velho sofá empoeirado, passamos a nos encontrar. Sempre ela mamava meu cacete, e as vezes eu gozava em sua boca. Era estranho. Havia dias que ela queria, pedia, exigia que eu gozasse na sua boca. Outros dias ela parecia que tinha nojo. Perguntei porque. Ela disse que não sabia. Disse que ele sempre estava cheiroso e gostoso, e que a porra era gostosinha e adocicada. Mas que as vezes não estava afim. Só isso. Vá querer entender a cabeça dessas teens. O melhor é curtir.... Mas, em compensaçào, a cada vez que eu metia sentia que meu pau entrava mais em sua xoxota. Houve um dia que, após eu fodê-la deitada de frente para mim com as coxas bem abertas e suspensas, ela me surpreendeu. Pediu para eu gozar novamente. Acho que queria gozar novamente, e eu nào havia dado tempo para ela chegar ao orgasmo. A última vez que nos encontramos, tive a certeza plena que ela não é mais cabaço. Depois que ela me chupou bastante, coloquei a camisinha e sentei no braço do sofá. Mandei ela sentar em cima do meu caralho. Ela, a princípio relutou. Depois concordou. Sentou e engoliu meu pau quase até o talo sem dar um ai. Depois deitamos e tentei comer sua bundinha. Mas seu cuzinho ainda é muito apertado para meu pau. Acabei gozando mesmo naquela deliciosa xoxotinha. Tenho que esperar que alguém menos avantajado faça o trabalho de tirar as primeiras pregas. Depois, eu enfio o meu caralho todo lá dentro e arrombo de vez.........

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Por: Robin
Codigo do conto: 2610
Votos: 0
Categoria: Outras
Publicado em: 12/08/2014

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