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COMO O TENENTE VIROU CORNO

Por: Giltozzi - Categoria: Cornos-Cuckold

Fui removido como sargento que era para um batalhão, no Rio de Janeiro, onde conheci o Tenente Lyra, de quem logo fiquei muito amigo. Almoçávamos juntos, batíamos longos papos falando das famílias (ambos tínhamos filhos adolescentes) e discutíamos futebol. Ele Flamengo doente e eu botafoguense mas sem paixão. Quando a filha de Lyra completou doze anos ele me convidou para a festinha de aniversário que seria na casa dele: “Sargento Braga, isto é uma ordem! Esteja em casa no sábado às sete da noite e traga sua esposa para ela conhecer a Marly, minha mulher”.
Lyra residia no Encantado e eu em Lins de Vasconcelos, bairros da Zona Norte, não muito distantes um do outro. Chegamos ao sobrado de Lyra e a reunião era no quintal, com espaço para quem quisesse dançar um pouco pois a música não parava, imperando forró que parecia ser a preferência. Marly perguntou para Eunice, minha mulher, se eu não dançava e Eunice disse que eu dançava mal demais. Então Marli falou: “Posso dançar uma com o Braga? Vou ensinar uns passos pra ele”. Eunice brincou: “Você vai perder seu tempo, Marly. O Braga é cintura dura” e riram as duas.
Marly é uma mulher normal, 1,60m, morena clara, nem gorda nem magra, cabelos curtos ondulados e nada demais que possa chamar a atenção. Usava uma calça bem justa e seu corpinho, olhando bem, não era de se jogar fora. Coloquei meus braços em volta de Marly e o forró que tocava dizia “...isto aqui tá bom demais, isto aqui tá bom demais...”. Mantive distância respeitosa de Marli que me falou: “Braga, forró a gente dança encostadinho” e me apertou contra ela. Senti seus seios, sua barriga e, claro, encaixamos as pernas do jeito que ela queria.
Marly cantarolava “...isto aqui tá bom demais... isto aqui tá bom demais...” enquanto me apertava cada vez mais conduzindo os passos. O contato com o corpo da esposa do Tenente Lyra me provocou e meu pau começou a crescer, Marly percebeu e disse baixinho: “Isto aqui tá bom demais...” Eu nem sabia o que fazer, preocupado com o que Eunice e Lyra poderiam achar daquilo, mas minha mulher conversava despreocupadamente com outras mulheres e Lyra estava numa roda de costas para nós.
De repente Marly desceu o braço e tocou no meu pau duro. Sorriu e repetiu safadamente: “Isto aqui tá bom demais...” Começou outro forró e eu com o maior tesão era quem apertava Marly contra meu pau. Quando estávamos próximo a um canto escorreguei minha mão direita das costas dela para sua bunda, acariciando-a, mas voltando depressa o braço para não dar bandeira. Afastei Marly um pouco de mim e disfarçadamente ajeitei o pau do lado esquerdo, bem antes da música terminar.
Eunice se aproximou e me perguntou: “Otávio, aprendeu a dançar com a Marly?” respondi que com mais umas aulas eu viraria o rei do forró porque a professora era ótima. Eu e Marly dançamos ainda mais algumas vezes e eu perguntei a ela se poderia ligar para ela no dia seguinte. “Claro”, ela respondeu. “Ligue pela manhã que é mais tranquilo. As crianças estarão na escola e fico só eu e minha mãe em casa”.
A mulher do amigo Lyra me deixou tesudo de verdade naquela noite eu só pensava em conversar com ela e ver o que rolava. Pensei na amizade com Lyra mas eu tinha certeza que ele não deixou de perceber o comportamento de Marly. E eu estava certo. Marly e eu conversamos por mais de meia hora e ela me contou que Lyra era ‘devagar quase parando no sexo’ e que lhe dava bastante liberdade, sempre lamentando sua falta de apetite sexual. “Braga, o Lyra fala tanto de você, sempre bem, que eu estava querendo conhecê-lo mesmo. É Braga pra cá, Braga pra lá e eu doida para saber como você era”. Perguntei se ele não tinha ciúmes e Marly respondeu: “Acho que não e até gosta quando danço com outros homens. Nunca achou ruim”. Criei coragem e perguntei: “Será que ele quer ser corno?” Marly respondeu que não tinha certeza absoluta porque o marido nunca lhe pedira para transar com outra pessoa.
Indaguei então se Marly toparia sair comigo porque eu fiquei louco por ela depois daquele nosso contato delicioso na festa. Marly então disse que também gostara muito de mim e que gostaria de transar comigo. Falou ainda para eu deixar por conta dela que ela arrumaria um jeito. Passaram-se duas semanas, eu e Marly nos falamos praticamente todos os dias, cada vez mais querendo que acontecesse nosso encontro que eu imaginava que seria em um motel. Foi quando Lyra, no quartel, me perguntou se eu poderia dar um pulo na casa dele para arrumar o notebook da filha que estava dando problemas. Sou craque em informática e Lyra é meio cru nisso também. Combinamos que eu iria na manhã seguinte e eu acreditava que a mãe de Marly estaria presente. E fiquei intrigado com uma coisa: por que Lyra não trouxe o notebook para eu dar uma olhada? Acho que ele queria que eu fosse à casa dele mesmo ele não estando. Mas como a sogra estaria... Sei lá...
Chegando à casa de Lyra, Marly me recebeu vestindo uma bermuda jeans desfiada, bem apertada que ia até os joelhos e uma blusinha estampada dessas bem leves e quase transparentes. Cumprimentei-a com um beijo no rosto e ela perguntou se eu aceitava um café. Aceitei e perguntei pela mãe dela. Marly com ar de surpresa disse: “Ah, mamãe foi para Vila Velha, no Espírito Santo, passar uns dias na casa da minha irmã”. E pegando em minhas mãos com suas mãos me levou romanticamente para dentro da casa e completou: “Estamos a sós, querido, não acha bom isso?”.
Respondi enlaçando-a e beijando-a. Marly correspondeu de um modo quase selvagem, me apertando e tentando enfiar a mão dentro da minha calça. Soltei o cinto e Marly pegou o que ela procurava, beijando desesperadamente meu pau já duro. Pensei comigo: “O Lyra faz tempo que não cumpre suas obrigações. Vai ter que pagar vinte hoje...” Perguntei a Marly se iríamos para o quarto deles e ela confirmou dizendo: “É lá mesmo que eu quero você, Braga, na minha cama”. Então subimos.
Em uma de nossas conversas disse a ela que eu era vasectomizado, o que ela adorou. Começamos a nos despir e Marly tirou a blusa e como estava sem sutien surgiram os peitinhos já meio caídos mas ainda bonitos; tirou a bermuda e estava sem calcinha, aparecendo sua bucetinha tentadora. Ela se virou e sua bunda redonda e carnuda me pareceu muito maior do que quando estava vestida. Na cama do meu amigo Lyra comecei a chupá-la com gosto. A buceta de Marly era pequena, bem pequena mesmo e apertadinha. Fiquei louco para meter meu pau nela. Pedi para ela se deitar e Marly disse: “Deite-se você, Braga”.
Obedeci, cabeça no travesseiro e o pau ereto. Então Marly veio por cima de mim, olhando-me fixamente nos olhos enquanto encaixava sua pombinha no meu pau, fazendo-o entrar bem devagar, centímetro a centímetro. Marly sabia como fazer isso muito bem e o prazer que essa penetração causava era indescritível. Ela falou: “Braga, esta é minha posição preferida”. Eu acariciava seus seios e tentava beijar sua boca que estava um pouco alta para um beijo maior.
Depois que meu pau estava todo dentro dela, Marly começou a subir e a descer e meu tesão só crescia, eu apertando seus seios. Cada vez que levantava a buceta deixando parte do meu pau para fora Marly me dava um prazer que eu nunca sentira, isto porque sua buceta era apertadinha e parecia que eu a estava descabaçando. Marly aumentou o ritmo cada vez mais e quando eu a levantei com meu corpo fazendo o pau ficar todo dentro dela ela gemeu e pediu: “Vamos, amor, goze comigo, goze comigo”. Eu não aguentava mais e gozamos.
Cansados daquela foda fantástica, descansamos um pouco. Marly foi ao banheiro e fiquei olhando sua bunda e imaginando se a enrabaria nessa primeira vez. Ela voltou, passou a brincar com meu pau que pensando em sua bela bunda voltou a endurecer e eu a virei de bruços, beijando suas costas, seu rego, chegando ao seu cuzinho que percebi, tinha todas as pregas intactas. Ela nunca havia levado um pau no rabinho. Perguntei se ela gostava de dar atrás e Marly respondeu “Nunca dei. Quem sabe um dia eu dê para você, Braga. Mas agora quero seu pau na minha buceta”.
Eu gostei tanto da buceta apertada de Marly que a atendi sem hesitar. Ela abriu suas pernas, eu fui colocando a cabeça devagarinho e foi tão delicioso que eu e ela gemíamos juntos à medida que o pau entrava. Continuamos a foder gostoso e Marly disse: “Braga, como eu precisava disso! Quer dar para você sempre que puder”. Respondi: “E eu quero comer você sempre que você quiser, Marly”.
Nesta segunda trepada demoramos ainda mais e Marly estava mais à vontade, mais safada. Eu me aproveitei, molhei o dedo na bucetinha melada e o enfiei no cuzinho dela, bem devagarinho, lá ficando durante a foda toda. Foi um modo de ela saber que um dia eu iria comer sua bundinha também. Se a primeira foda foi ótima, esta segunda foi ainda melhor e terminou com um beijo de mais de cinco minutos com meu pau ainda dentro dela e meu dedo que não queria tirar de seu cuzinho.
Disse a ela que levaria o notebook para minha casa e que era para ela falar para o Lyra que eu nem quis entrar porque estava com muita pressa. Marly pediu para que eu jamais contasse para o marido e o que se passou depois foi muito interessante. Lyra queria mesmo que sua mulher fodesse comigo e ela acabou confessando a ele que metemos duas vezes naquela manhã. Ele então a fez jurar que não diria jamais para mim que ele sabia. Ela prometeu, mas não cumpriu.
Daí para frente ficou tudo mais fácil porque Marly sabia como ajeitar as coisas e sempre que havia possibilidade eu aparecia na casa do Tenente Lyra para comer sua esposa na cama dele. Outras vezes íamos a um motel quando a mãe dela estava em casa e hoje, passados mais de dois anos, Lyra acha que eu não sei que ele sabe que é corno. Ele sabe que eu sou amante de sua mulher e Marly deixou de ser esposa insatisfeita. Deliciosa essa situação que nada interferiu em nossa amizade que ficou ainda mais sólida. Ah, esqueci de dizer que hoje danço forró muito melhor...

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Ficha do conto

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Por: Giltozzi
Codigo do conto: 17363
Votos: 0
Categoria: Cornos-Cuckold
Publicado em: 07/11/2019

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